sexta-feira, 5 de março de 2021

Parágrafo Introdutório - Exercícios

 Construindo o Parágrafo Introdutório

            
                    Por Profª Jacs
  Atividades autorreguladas - Aula 02

1) Construa um parágrafo inicial para cada assunto:

a) O namoro na atualidade.

b) Violência urbana.
 
2) Construa um parágrafo de CONTINUAÇÃO para cada parágrafo do exercício.
 
a) O namoro na atualidade. (Continuação)

b) Violência urbana (Continuação)

Bons estudos!

domingo, 28 de fevereiro de 2021

A Crônica


LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA  

Crônica Literária. 

Você costuma ler esse gênero textual?


Você sabia que a crônica é um texto curto e leve, escrito com o objetivo de divertir o leitor e/ou levá-lo a refletir crítica ou filosoficamente sobre a vida e os comportamentos humanos? É geralmente breve, que apresenta a visão pessoal do cronista sobre um fato colhido no noticiário do jornal ou no cotidiano. Sua linguagem é simples e direta, próxima do leitor.

Na verdade, a crônica é um gênero híbrido, ou seja, uma mistura de texto jornalístico e literário. Ela pode ser escrita tanto para ser publicada num jornal e revista, quanto para ser publicada em um livro (antologia de crônicas).

As crônicas variam muito de assuntos, porém o autor sempre mostra o seu ponto de vista a respeito do cotidiano, ou ainda reflete sobre acontecimentos esportivos, políticos, artísticos etc.

Nesse gênero textual, em termos de linguagem, temos indícios de informalidade na escolha de palavras e expressões e a combinação de elementos literários (linguagem figurada) com elementos da linguagem jornalística (clareza nas informações), além de ser um texto curto e sempre escrito em prosa, caracterizando- se pela fusão de narrativa com a exposição de ideias e opiniões.

O Pré-Modernismo teve importantes cronistas, cujas obras documentavam a modernização do país, bem como a sua diversidade cultural. Lima Barreto foi um desses cronistas que analisou as diversas faces do Brasil de sua época.

Leia a crônica abaixo:

"O  MUAMBEIRO"

Quando saio de casa e vou à esquina da Estrada Real de Santa Cruz, esperar o bonde, vejo bem a miséria que vai por este Rio de Janeiro. Moro há mais de 10 anos naquelas paragens e não sei por que os humildes e os pobres têm-me na conta de pessoa importante, poderosa, capaz de arranjar empregos e solver dificuldades.

Pergunta-me um se deve assentar praça na Brigada, pois há oito meses não trabalha no seu ofício de carpinteiro; pergunta-me outro se deve votar no Sr. Fulano; e, às vezes mesmo, consultam-me sobre casos embaraçosos. Houve um matador de porcos que pediu a minha opinião sobre este caso curioso: se devia aceitar dez mil-réis para matar o cevado do capitão M., o que lhe dava trabalho por três dias, com a salga e o fabrico de linguiças; ou se devia comprar o canastra por cinquenta mil-réis e revendê-lo aos quilos pela redondeza. Eu, que nunca fui versado em coisas de matadouro, olhei os Órgãos ainda fumarentos nestas manhãs de cerração e pensei que o meu destino era ser vigário de uma pequena freguesia.

Ultimamente, na esquina, veio ao meu encontro um homem com quem conversei alguns minutos. Ele me contou a sua desdita com todo o vagar de popular.

Era operário não sei de que ofício; ficara sem emprego, mas, como tinha um pequeno sítio lá para as bandas do Timbó e algumas economias, não se atrapalhou em começo. As economias foram-se, mas ficou-lhe o sítio, com as suas laranjeiras, com as suas tangerineiras, as suas bananeiras, árvore de futuro com a qual o Sr. Cincinato Braga, depois de salvar o café, vai salvar o Brasil. Notem bem: depois.

Este ano foi particularmente abundante em laranjas e o nosso homem teve a feliz ideia de vendê-las. Vendo, porém, que os compradores na porta não lhe davam o preço Devido, tratou de valorizar o produto, mas sem empréstimo a 30%. Comprou um cesto, encheu-o de laranjas e saiu a gritar:

- Vai laranja boa! Uma a vintém!

Foi feliz e pelo caminho apurou uns dois mil-réis. Quando, porém, chegou a Todos os Santos, saiu-lhe ao encontro a lei, na pessoa de um guarda municipal:

- Que dê a licença?

- Que licença?

- Já sei, intimou o guarda. Você é "muambeiro". Vamos para a Agência.

Tomaram-lhe o cesto, as laranjas, o dinheiro e, a muito custo, deixaram-no com a roupa do corpo.

Eis aí como se protege a pomicultura.

Careta, 7-8-1915. Lima Barreto, Marginália. p. 36-37. Disponível em: http://livros.universia.com.br.

VOCABULÁRIO

Estrada Real de Santa Cruz - foi o local de uma estrade de ferro e de uma próspera fazenda fundada pelos padres jesuítas nos arredores da cidade do Rio de Janeiro. Sua sede e núcleo principal correspondem hoje ao Bairro carioca de Santa Cruz.

Órgãos – Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Teresópolis.

Paragens – região das cercanias do lugar onde está.

Canastra – parte posterior do corpo.

Desdita – má sorte. 

Timbó – rio que corta os bairros de Cavalcanti, Tomás Coelho, Engenho da Rainha, Inhaúma e Higienópolis.

Todos os Santos - pequeno bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, sendo cortado pela Estrada de Ferro Central do Brasil.

Pomicultura – cultura de árvores frutíferas.

Agora, você vai analisar a crônica “O muambeiro”, resolvendo os exercícios abaixo.

Como você observou, a crônica é um gênero textual no qual se apresentam fatos do cotidiano. Há a presença de poucos personagens, linguagem geralmente informal, direta, simples e, em alguns casos, poética.

1. Explique por que o texto “O muambeiro” pode ser considerado uma crônica.

Resposta comentada: O texto pode ser considerado uma crônica porque se baseia em um fato do cotidiano, é simples e narrado num curto espaço de tempo e de espaço.

2. O assunto tratado no texto recria a realidade? Porquê?

Resposta comentada: Sim. A crônica gira em torno de uma situação cotidiana que pode acontecer com qualquer leitor. O cronista conta o fato e mostra ao leitor as suas impressões em relação ao mesmo.

3. Muitas crônicas contam uma história, um fato. Isso permite identificar alguns elementos de uma narrativa.  Qual o espaço onde se passa a crônica? E qual é o período?

Resposta comentada: A crônica se passa no bairro onde mora o cronista (“Quando saio de casa e vou à esquina da Estrada Real de Santa Cruz.…”). Nota-se que a ação se passa em poucas horas do dia.

4. A crônica é um gênero textual vinculado a uma experiência do cotidiano. O fato narrado pelo cronista seria real ou fictício? Justifique.

Resposta comentada: A crônica trata de um fato real do cotidiano, tentando destacar alguma situação da condição humana, no caso, a situação em que passou um desempregado.

5. O humor é uma característica bem presente nas crônicas. Isso faz com que as mesmas tratem de temas do cotidiano, com um ponto de vista crítico, mas sem perder a leveza daquilo que é narrado. A crônica em análise apresenta traços do humor? Justifique.

Resposta comentada: Sim. Os fatos narrados pelo cronista levam a um efeito humorístico. Logo no início o autor apresenta esse efeito do humor ao dizer “não sei por que os humildes e os pobres têm-me na conta de pessoa importante, poderosa, capaz de arranjar empregos e solver dificuldades”.

6. A crônica, em geral, termina com uma reflexão expressa pelo cronista. Explique a reflexão do cronista ao dizer “Eis aí como se protege a pomicultura”.

Resposta comentada: Na verdade, o autor ironicamente critica a atitude do guarda municipal em prender um desempregado, que estava tentando sobreviver com o que possuía, não sabendo nem mesmo o que era licença e, ainda, foi chamado de muambeiro.

EXERCÍCIOS PARA AVALIAÇÕES/// ENEM

Observe a crônica abaixo:

A nuvem

Fico admirado como é que você, morando nesta cidade, consegue escrever uma semana inteira sem reclamar, sem protestar, sem espinafrar! E meu amigo falou da água, telefone, Light em geral, carne, batata, transporte, custo de vida, buracos na rua etc. etc. etc. Meu amigo está, como dizem as pessoas exageradas, grávido de razões. Mas que posso fazer? Até que tenho reclamado muito isto e aquilo. Mas se eu for ficar rezingando todo dia, estou roubado: quem é que vai aguentar me ler? Acho que o leitor gosta de ver suas queixas no jornal, mas em termos.

Além disso, a verdade não está apenas nos buracos das ruas e outras mazelas. Não é verdade que as amendoeiras neste inverno deram um show luxuoso de folhas vermelhas voando no ar? E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma jovem gostando de mim? Ah, bem sei que esses encantamentos de moça por um senhor maduro duram pouco. São caprichos de certa fase. Mas que importa? Esse carinho me faz bem; eu o recebo terna e gravemente; sem melancolia, porque sem ilusão. Ele se irá como veio, leve nuvem solta na brisa, que se tinge um instante de púrpura sobre as cinzas de meu crepúsculo. E olhem só que tipo de frase estou escrevendo!   

     - Tome tenência, velho Braga. Deixe a nuvem, olhe para o chão - e seus tradicionais buracos.

Fonte: BRAGA, RUBEM. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Record,1960.

CRÔNICA

Com base no texto acima, responda às seguintes questões.

1. É correto afirmar que, a partir da crítica que o amigo lhe dirige, o narrador cronista:

a) Sente-se obrigado a escrever sobre assuntos exigidos pelo público

b) Reflete sobre a oposição entre literatura e realidade

c) Reflete sobre diversos aspectos da realidade e sua representação na literatura

d) Defende a posição de que a literatura não deve ocupar-se com problemas sociais

e) Sente que deve mudar seus temas, pois sua escrita não está acompanhando os novos tempos

2. Em “E olhem só que tipo de frase estou escrevendo! (...)”, o sinal de pontuação utilizado serviu para indicar:

a) uma admiração

b) uma pausa

c) uma indagação

d) uma continuação

3. De acordo com o texto, qual a explicação que o cronista deu por ter deixado de reclamar?

a) Por ele estar doente

b) Por estar estudando outras coisas

c) Porque se continuasse reclamando ninguém aguentaria ler mais suas crônicas

d) Porque suas crônicas não estavam sendo publicadas

4. No trecho “... eu o recebo terna e gravemente; sem melancolia, porque sem ilusão.”, o termo sublinhado se refere:

a) ao transporte

b) ao telefone

c) ao custo de vida

d) ao carinho

5. Segundo o texto, o que o autor quis dizer quando mencionou o termo “grávido de razões”:

a) Não tinha razão

b) Estava cheio de razões

c) Suas razões não eram boas

d) A razão não era suficiente

Bons estudos!!

Créditos: atividades Autorreguladas - SEEDUC - RJ

terça-feira, 2 de julho de 2013

DICAS DE INTERPRETAÇÃO

DICAS DE INTERPRETAÇÃO      


01. Ler todo o texto, procurando ter uma visão geral do assunto;

02. Se encontrar palavras desconhecidas, não interrompa a leitura, vá até o fim, ininterruptamente;

03. Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o texto pelo menos umas três vezes;

04. Ler com perspicácia, sutileza, malícia nas entrelinhas;

05. Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar;

06. Não permitir que prevaleçam suas ideias sobre as do autor;

07. Partir o texto em pedaços (parágrafos, partes) para melhor compreensão;

08. Centralizar cada questão ao pedaço (parágrafo, parte) do texto correspondente;

09. Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão;

10. Cuidado com os vocábulos: destoa (=diferente de...), não, correta, incorreta, certa, errada, falsa,
verdadeira, exceto, e outras; palavras que aparecem nas perguntas e que, às vezes, dificultam a entender o que se perguntou e o que se pediu;

11. Quando duas alternativas lhe parecem corretas, procurar a mais exata ou a mais completa;

12. Quando o autor apenas sugerir ideia, procurar um fundamento de lógica objetiva;

13. Cuidado com as questões voltadas para dados superficiais;

14. Não se deve procurar a verdade exata dentro daquela resposta, mas a opção que melhor se enquadre no sentido do texto;

15. Às vezes a etimologia ou a semelhança das palavras denuncia a resposta;

16. Procure estabelecer quais foram as opiniões expostas pelo autor, definindo o tema e a mensagem;

17. O autor defende ideias e você deve percebê-las;

18. Os adjuntos adverbiais e os predicativos do sujeito são importantíssimos na interpretação do texto. Ex.: Ele morreu de fome. de fome: adjunto adverbial de causa, determina a causa na realização do fato (= morte de "ele").Ex.: Ele morreu faminto. Faminto: predicativo do sujeito é o estado em que "ele" se encontrava quando morreu;

19. As orações coordenadas não têm oração principal, apenas as ideias estão coordenadas entre si;


20. Os adjetivos ligados a um substantivo vão dar a ele maior clareza de expressão, aumentando-lhe       ou determinando-lhe o significado.

sábado, 22 de junho de 2013

Aposto e Vocativo

APOSTO

É a expressão que esclarece, acompanha, resume, identifica um outro termo da oração, seja qual for a função deste.

Há quatro tipos de aposto:

Aposto Explicativo:
O aposto explicativo é destacado por pausas, podendo ser representadas por vírgulas, dois pontos ou travessões. Pode vir precedido de expressões explicativas do tipo: a saber, isto é, quer dizer etc.

Ex. Solange, filha de Maria, é professora. Esses são os tipos mais utilizados nos concursos.
      Dom Casmurro, obra literária de Machado de Assis, é uma excelente opção de leitura.
     

Aposto Especificador:
O aposto especificador não tem pausa. Especifica um substantivo de sentido genérico

Ex. A Rua Flores no bairro Jardim das Rosas está sendo asfaltada.
      O mártir Machado de Assis tornou-se canonizado na Literatura.

Aposto Enumerador:
O aposto enumerador é uma sequência de elementos usada para desenvolver uma ideia anterior.

Ex. Eu tinha três opções: ir para minha casa, ir para casa da minha avó, ou para casa da minha tia.
       Na sala havia dois alunos que sempre se destacavam: Pedro e Marcela.

Aposto Resumidor ou Recapitulativo:
O aposto resumidor é usado para resumir termos anteriores. É representado, geralmente, por um pronome indefinido.

Ex. Pai, mãe, irmãos, tios, avós e amigos, TODOS compareceram na cerimônia.
       Desculpas, pedidos de reconciliação, NADA muda a concepção que tenho de você.

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VOCATIVO
É a palavra ou conjunto de palavras, de caráter nominal, que empregamos para expressar uma  INVOCAÇÃO OU CHAMADO.

O VOCATIVO é obrigatoriamente acompanhado de uma pausa: curta, através do recurso da vírgula; longa, através do recurso da exclamação ou das reticências. Não há posição definida para o vocativo na sentença, porém, quando se apresenta no interior da oração, deve ser colocado entre vírgulas.

Ex.: Por Deus, Amélia, vamos encerrar essa discussão!
        Posso me retirar agora, senhor?
        Meninos!
Além disso, é bastante comum encontrarmos o VOCATIVO associado a alguma forma de ênfase. Se não através da pontuação, o recurso mais popular é vê-lo associado a uma interjeição.

Ex.: Ah, mãe! Deixe-me ir ao jogo hoje! / Ó, céus, para quê tanto espetáculo em dias tão desastrosos?
Outros exemplos:
                             Perigo! ... [frase constituída por um substantivo]
                             Rebeca! ...[vocativo]                    
     
REVISÃO DE PORTUGUÊS – APOSTO E VOCATIVO 

1.O aposto pode ser empregado para:

A) Explicar, resumir e identificar.

B) Enumerar ou recapitular, nesse caso, pode vir precedido pelas expressões a saber, por exemplo, isto é, ou ser representado por um pronome indefinido, como nada, ninguém, qualquer, etc;

C) Marcar uma especificação, uma individualização; nesse caso, pode virou não preposicionado;

D) Marcar uma distribuição, por meio de um e outro, este e aquele, etc;

Indique com qual desses casos (marcando a letra correspondente) os apostos destacados a seguir se identifiquem.

( ) Só jantava comidas leves: uma salada, uma sopa de legumes, um caldo de carne.
( ) Os rapazes eram dois bons profissionais, um em informática e o outro em engenharia
( ) “Nós tínhamos imaginado, mamãe e eu, fazer uma grande peregrinação”.
( ) O poema ‘Vou-me embora pra Pasárgada’ é do grande poeta Manuel Bandeira.
.
2 - Identifique o Aposto e o Vocativo nas Frases Abaixo:

a. Chegou a hora da verdade, amigos. (vocativo)
b. Cuidado com o carro, seus loucos! (vocativo)
c. O senador foi à festa com a namorada, Marcia. (aposto)
d. Acorda, São Paulo. (vocativo)e. Pedro II, ex-imperador do Brasil, foi deportado. (aposto)
f. A ordem, meus amigos, é a base do Exército. (vocativo)
g. Mario possui três filhas: Janaína, Vitória e Bruna. (aposto)
h. Obrigado, doutor. (vocativo)
i. Deus, tenha piedade de nós! (vocativo
j. Ele me disse apenas isso: a nossa amizade acabou. (aposto)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL???

A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL 

 

 








A nível de - INACEITÁVEL!
 
O grande erro quanto ao uso da expressão “a nível de” é sua utilização em situações em que não há “níveis”:
 
“A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido.”
Isso está errado!
Em nível de - ACEITÁVEL. 

Podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”: 
 
Ex.: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de diretoria”
       (=a empresa deve ter outros níveis hierárquicos); 
 
      “Isso só acontece em nível municipal” 
       (=poderia ser em nível estadual ou federal).

A expressão “ao nível do mar” é perfeitamente aceitável.
#Professor Sérgio Nogueira.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Propagandas e anúncios publicitários



Chamar a atenção do consumidor - Eis o objetivo do anunciante

A todo instante nos deparamos com uma infinidade de propagandas, seja em outdoors, seja em panfletos espalhados pelas ruas ou através da mídia. Elas fazem parte dos chamados “gêneros textuais”, pois participam de uma situação sociocomunicativa entre as pessoas. 
A finalidade deste tipo de texto é de persuadir, ou seja, o anunciante (emissor) tem o objetivo de convencer o telespectador (receptor) sobre a boa qualidade de um determinado produto, convencendo-o a adquiri-lo.
Isto nos remete à ideia daquele velho ditado popular, o qual diz que “a propaganda é a alma do negócio”, e se analisarmos, concluiremos que a afirmação é totalmente verídica, porque quanto mais criativo e objetivo for o anúncio, mais haverá a possibilidade de aceitação. Para isso, é importante saber o público-alvo, fator decisivo perante a elaboração das estratégias a serem aplicadas.

Quanto à estrutura do texto em questão, ele compõe-se da seguinte forma:

Título - Geralmente é bastante criativo e atraente, baseado em um jogo de palavras carregadas de linguagem conotativa, justamente com o intento de atrair o consumidor.
Imagens - As mais inusitadas possíveis, dispostas de forma a chamar a atenção de acordo com as características do produto anunciado.

Corpo do texto - Nesta parte é desenvolvida a ideia sugerida no título, com frases curtas, claras e objetivas, adequando o vocabulário aos interlocutores destinados.

Identificação do produto ou marca - funciona como uma “assinatura” do anunciante. Ocorre também de aparecer o Slogan junto à marca anunciada, para dar mais ênfase à comunicação. Certos slogans são de nosso conhecimento. Como por exemplo: “Casas Bahia, dedicação total a você!”, "Red Bul te dá asas", "Oi, simples assim!", etc. 
1.                 
                      Atividades:
                                                                                                 Observe a imagem e a seguir responda:
                                            Figura: Propaganda americana da Coca-Cola zero


Embaixo do título “Coca-Cola zero” está escrito “qualquer coisa é possível: ela é zero de açúcar”.

A.O texto apresenta uma linguagem curta e direta ou uma linguagem longa e argumentativa?
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B. O que a propaganda quer ressaltar com a afirmação de que “qualquer coisa é possível: ela é zero de açúcar”?
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C. Para que público a propaganda está dirigida? O público-alvo da propaganda é o público jovem ou é o público adulto?
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D. Qual a razão que, segundo a propaganda, devem nos fazer tomar Coca-Cola zero?
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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dia do Trabalho


História

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.

Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Fonte: (http://pt.wikipedia.org)

Analise de música - Mulher (Sexo Frágil)

  Mulher (Sexo Frágil) (Erasmo Carlos) Dizem que a mulher é o sexo frágil Mas que mentira absurda! Eu que faço parte da rotina de uma delas...