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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
Aposto e Vocativo
APOSTO
É a expressão que esclarece, acompanha, resume, identifica um outro
termo da oração, seja qual for a função deste.
Há
quatro tipos de aposto:
Aposto Explicativo:
O aposto explicativo é destacado
por pausas, podendo ser representadas por vírgulas, dois pontos ou travessões.
Pode vir precedido de expressões explicativas do tipo: a saber, isto é, quer
dizer etc.
Ex. Solange, filha de Maria, é professora. Esses são os tipos mais
utilizados nos concursos.
Dom Casmurro, obra literária de Machado de Assis, é uma
excelente opção de leitura.
Aposto Especificador:
O aposto especificador não tem
pausa. Especifica um substantivo de sentido genérico
Ex. A Rua Flores no bairro Jardim das Rosas está sendo asfaltada.
O mártir Machado
de Assis tornou-se
canonizado na Literatura.
Aposto Enumerador:
O aposto enumerador é uma sequência
de elementos usada para desenvolver uma ideia anterior.
Ex. Eu tinha três
opções: ir para minha casa, ir para casa da minha avó, ou para casa da minha tia.
Na sala havia dois alunos que sempre se
destacavam: Pedro e Marcela.
Aposto Resumidor ou
Recapitulativo:
O aposto resumidor é usado para
resumir termos anteriores. É representado, geralmente, por um pronome
indefinido.
Ex. Pai, mãe,
irmãos, tios, avós e amigos, TODOS compareceram na cerimônia.
Desculpas, pedidos de reconciliação, NADA muda a concepção que tenho de
você.
*******************************************************************************
VOCATIVO
É a palavra ou conjunto de
palavras, de caráter nominal, que empregamos para expressar uma INVOCAÇÃO OU
CHAMADO.
O VOCATIVO é obrigatoriamente
acompanhado de uma pausa: curta, através do recurso da vírgula; longa, através
do recurso da exclamação ou das reticências. Não há posição definida para o
vocativo na sentença, porém, quando se apresenta no interior da oração, deve
ser colocado entre vírgulas.
Ex.: Por Deus, Amélia, vamos encerrar
essa discussão!
Posso me retirar agora, senhor?
Meninos!
Além
disso, é bastante comum encontrarmos o VOCATIVO
associado a alguma forma de ênfase. Se não através da pontuação, o recurso mais
popular é vê-lo associado a uma interjeição.
Ex.: Ah, mãe! Deixe-me ir ao jogo hoje! / Ó, céus, para quê tanto espetáculo em
dias tão desastrosos?
Outros exemplos:
Perigo! ... [frase constituída por
um substantivo]
Rebeca! ...[vocativo]
Rebeca! ...[vocativo]
REVISÃO DE PORTUGUÊS – APOSTO E VOCATIVO
1.O aposto pode ser empregado para:
A)
Explicar, resumir e identificar.
B)
Enumerar ou recapitular, nesse caso, pode vir precedido pelas
expressões a saber, por exemplo, isto é, ou ser representado por um pronome
indefinido, como nada, ninguém, qualquer, etc;
C)
Marcar uma especificação, uma individualização; nesse caso, pode virou
não preposicionado;
D)
Marcar uma distribuição, por meio de um e outro, este e aquele, etc;
Indique
com qual desses casos (marcando a letra correspondente) os apostos destacados a
seguir se identifiquem.
( )
Só jantava comidas leves: uma salada, uma sopa de legumes, um
caldo de carne.
( ) Os rapazes eram dois bons profissionais,
um em informática e o outro em engenharia
( )
“Nós tínhamos imaginado, mamãe e eu, fazer uma grande
peregrinação”.
( ) O poema ‘Vou-me
embora pra Pasárgada’ é do grande poeta Manuel Bandeira.
.
2
- Identifique o Aposto e o Vocativo nas Frases Abaixo:
a.
Chegou a hora da verdade, amigos. (vocativo)
b.
Cuidado com o carro, seus loucos! (vocativo)
c.
O senador foi à festa com a namorada, Marcia. (aposto)
d.
Acorda, São Paulo. (vocativo)e. Pedro II, ex-imperador do Brasil, foi
deportado. (aposto)
f.
A ordem, meus amigos, é a base do Exército. (vocativo)
g.
Mario possui três filhas: Janaína, Vitória e Bruna. (aposto)
h.
Obrigado, doutor. (vocativo)
i.
Deus, tenha piedade de nós! (vocativo)
j.
Ele me disse apenas isso: a nossa amizade acabou. (aposto)
quinta-feira, 16 de maio de 2013
A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL???
A NÍVEL DE, EM NÍVEL DE ou AO NÍVEL
O grande erro quanto ao uso da expressão “a nível de” é sua utilização em situações em que não há “níveis”:
“A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido.” Isso está errado!
Em nível de - ACEITÁVEL.
A nível de - INACEITÁVEL!
O grande erro quanto ao uso da expressão “a nível de” é sua utilização em situações em que não há “níveis”:
“A nível de proposta, o assunto deve ser mais discutido.” Isso está errado!
Em nível de - ACEITÁVEL.
Podemos usar a expressão “em nível” sempre que houver “níveis”:
Ex.: “Esse problema só pode ser resolvido em nível de
diretoria”
(=a empresa deve ter outros níveis hierárquicos);
(=a empresa deve ter outros níveis hierárquicos);
“Isso só acontece em nível municipal”
(=poderia ser
em nível estadual ou federal).
A expressão “ao nível do mar” é perfeitamente aceitável.
#Professor Sérgio Nogueira.
A expressão “ao nível do mar” é perfeitamente aceitável.
#Professor Sérgio Nogueira.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Transitividade Verbal
Assistir ao filme ou assistir o filme?
Geralmente as dúvidas quanto ao emprego correto de certas formas
verbais surgem no momento da escrita.
Devemos estar atentos à transitividade verbal, ou seja, existem verbos
transitivos e verbos intransitivos.
Verbos transitivos são aqueles que pedem complemento. Tal complemento nada mais
é que a preposição. Verbos intransitivos são os que não exigem preposição.
Com o objetivo de sanar nossas dúvidas no que se refere ao uso correto do verbo
assistir, começaremos a partir do seguinte questionamento:
Em princípio, fazemos a pergunta ao próprio verbo: “Quem assiste, assiste a
algo”.
Como exemplo, temos: Nós assistimos ao filme que estava em cartaz.
O sentido denotativo do verbo revela a questão de estar presente, ou seja, de
presenciar algum fato ou evento.
Neste caso, necessariamente há a presença da preposição "a" revelando
a fusão dela com o artigo “o”.
Quando o sentido do verbo assistir significar auxílio, assistência, não exige a
presença da preposição.
Por exemplo: O médico assistiu o doente.
No sentido de residir, morar em algum lugar, o verbo também pede a preposição.
Citando um exemplo do que foi falado, obtemos: Marcos assiste em Goiânia.
Agora para treinarmos, façamos alguns exercícios utilizando as formas corretas
deste verbo:
a) Preciso ------------------- espetáculo.
b) Mariana -------------------a idosa que atravessava a rua.
c) ----------------- aos jogos interestundantis.
*Gabarito: assistir ao; assistiu; assistimos aos.
Por Vânia Duarte
domingo, 21 de abril de 2013
História X Estória
HISTÓRIA X ESTÓRIA
(Por Gramaticando)
A palavra HISTÓRIA pode ser usada tanto para as narrativas de fatos (=realidade) quanto para as lendas, fábulas, narrativas de ficção (=fantasia). ESTÓRIA é sempre ficção.
Não podemos é afirmar que a palavra ESTÓRIA não existe, pois está devidamente registrada no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e em muitos dicionários: Cândido de Figueiredo, Caldas Aulete, Aurélio, Michaelis…
Nós podemos, portanto, fazer a velha distinção HISTÓRIA (=real) e ESTÓRIA (=ficção) ou usar a palavra HISTÓRIA para os dois casos.
Professor: Sérgio Nogueira
sexta-feira, 29 de março de 2013
Emprego e acento da crase
Acentuação
( Por Profª Odete Antunes ) Crase
EMPREGO E ACENTO DA
CRASE
Crase é a fusão ou sobrepossição de dois aa, ou aas, com a finalidade de evitar uma pronúncia desarmoniosa. Assim em vez de dizer: “Volta a as aulas”, onde a preposição a e o artigo as formariam um hiato, fazemos a contração desses as, evitando o choque fonético de duas vogais idênticas: aa.
Hoje, porém, o termo crase designa especialmente a contração da preposição a com o a artigo, com o pronome demonstrativo a(as), ou com o a inicial dos demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo e o pronome relativo qual(is).
Note que crase não é nome do acento. O acento grave indica que houve crase, isto é, a fusão de dois aa.
Os termos diante dos quais ocorre a crase exercem as funções sintáticas de complementos (objeto direto, objeto indireto, complemento nominal), ou adjuntos adverbiais.
A fusão de dois AA ocorre tanto na escrita como na fala. Embora muitos digam “Vou a a feira”. Esta não é a forma correta, pois os dois AA não se fundem. Assim:
“Vou à feira. (escrita) = “Vou a feira”. (fala).
Se você observar bem, perceberá que só pode ocorrer crase se o verbo ou o nome reger a preposição A.
Observe esses exemplos:
Analisando o exemplo, você deve ter constatado que:
preposição A +
artigo O = AO
preposição A + artigo A = À |
Regras Práticas para o Emprego do Acento da Crase
1) Substituir a palavra feminina por uma masculina:
a) Fui à escola. A + A(S) = À(S) + palavra feminina.
Fui ao colégio. A (preposição) + O(S) (artigo) + palavra masculina.
Então
use o acento da crase sempre que obtiver AA(S) na substituição.
|
Os verbos apresentados a seguir são transitivos indiretos que exigem a preposição A. Complete o sentido desses verbos usando um substantivo masculino e depois um substantivo feminino. Para ligar o substantivo ao verbo, use AO ou À.
Exemplo:
Obedecer a ...
Obedecer ao regulamento.
Obedecer à norma.
a) Referir-se a...
Obedecer à norma.
a) Referir-se a...
Referir-se ao
______________.
Referir-se à _______________.
b) Informar a...
Referir-se à _______________.
b) Informar a...
Informar ao
________________.
Informar à _________________.
c) Querer a...
Informar à _________________.
c) Querer a...
Quere ao
___________________.
Querer à ___________________ .
d) Perdoar a...
Querer à ___________________ .
d) Perdoar a...
Perdoar ao
_________________.
Perdoar à __________________.
Obs.: É importante lembrar que este artifício não se aplica a nomes próprios.
2) Substituir o A por Para:
Viajou à França.
Perdoar à __________________.
Obs.: É importante lembrar que este artifício não se aplica a nomes próprios.
2) Substituir o A por Para:
Viajou à França.
Viajou para a França. (preposição para +
o artigo a)
3) Substituir o A por Para A.
Viajou a Paris.
3) Substituir o A por Para A.
Viajou a Paris.
Viajou para Paris.
Para = só preposição (não use o acento)
4) Substituir o verbo que rege preposição A pelo verbo Voltar que rege preposição De:
a) Chegou à Espanha.
Para = só preposição (não use o acento)
4) Substituir o verbo que rege preposição A pelo verbo Voltar que rege preposição De:
a) Chegou à Espanha.
Voltou da Espanha. (de preposição + o artigo a =
da)
b) Vou a Recife.
b) Vou a Recife.
Volto de Recife (de, apenas preposição)
c) Vou à Bahia.
c) Vou à Bahia.
Volto da Bahia. (de preposição + o artigo a =
da)
d) Vou a Campinas.
d) Vou a Campinas.
Volto de Campinas. (de (apenas preposição)
Então use o acento da crase sempre que obtiver Da.
Sempre que houver certeza de que o verbo ou o nome rege a preposição A, basta observar se há ou não o segundo A. Substituir o verbo ou o nome que rege preposição A por outro que peça preposição: De, Em, Por.
a) Referiu-se à festa. (à = preposição a + artigo a)
Então use o acento da crase sempre que obtiver Da.
Sempre que houver certeza de que o verbo ou o nome rege a preposição A, basta observar se há ou não o segundo A. Substituir o verbo ou o nome que rege preposição A por outro que peça preposição: De, Em, Por.
a) Referiu-se à festa. (à = preposição a + artigo a)
Gosto da festa. (da = preposição de +
artigo a)
Estou na festa. (na = preposição em + artigo a)
Passei pela festa. (pela = preposição por + artigo a)
Então use o acento indicador da crase.
b) Referiu-se a você. Gosto de você. (de = só preposição)
Estou na festa. (na = preposição em + artigo a)
Passei pela festa. (pela = preposição por + artigo a)
Então use o acento indicador da crase.
b) Referiu-se a você. Gosto de você. (de = só preposição)
Estou em você. (em
= só preposição)
Passei por você. (por = só preposição)
Neste caso, não use o acento indicador da crase.
CASOS OBRIGATÓRIOS DO ACENTO DA CRASE
1) Locuções adverbiais, prepositivas, conjuntivas formadas de substantivos femininos (expresso ou elíptico).
a) Locução adverbial feminina:
Passei por você. (por = só preposição)
Neste caso, não use o acento indicador da crase.
CASOS OBRIGATÓRIOS DO ACENTO DA CRASE
1) Locuções adverbiais, prepositivas, conjuntivas formadas de substantivos femininos (expresso ou elíptico).
a) Locução adverbial feminina:
saiu à noite, às pressas, às vezes, à farta, à vista, à hora certa, à
esquerda, à direita, à toa, às sete horas, à custa de, à força de, à espera de.
b) Termos femininos ou masculinos (elipse da palavra) com valor de à moda de, ao estilo de:
b) Termos femininos ou masculinos (elipse da palavra) com valor de à moda de, ao estilo de:
à americana, (=
à moda americana), à espanhola, à milanesa, à oriental, à ocidental,
poesia à Manuel Bandeira, gol à Pelé, calçados à Luís XV, cabelos à Sansão,
estilo à Coelho Neto etc.
c) Locuções conjuntivas:
c) Locuções conjuntivas:
à medida que, à proporção que.
d) Locuções prepositivas:
d) Locuções prepositivas:
à procura de, à vista de, à custa de, à razão de, à mercê de, à maneira
de, à moderna etc.
e) Para evitar ambigüidade:
e) Para evitar ambigüidade:
À onça a cobra matou.
A menina à paixão venceu.
Note-se no entanto: comprar a prestação, escrever a máquina, escrever a mão, fechar a chave, porque são expressões adverbiais femininas que indicam instrumento ou meio.
f) A crase pode também resultar da contração da preposição a com os pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s) e aquilo:
Não irás àquela festa [a aquela]
Vou àquele cinema. [a aquele]
Não ligo àquilo. [a aquilo]
Refiro-me à que você namora. [aquele]
Àquela ordem estranha, o soldado estremeceu.
A capitania de Minas Gerais estava unida à de São Paulo.
Falarei às que quiserem me ouvir. [aquelas que]
Esta anedota é semelhante à que meu professor contou. [aquela que]
g) Ocorre crase diante da palavra distância quando esta vier determinada pelo artigo a:
A menina à paixão venceu.
Note-se no entanto: comprar a prestação, escrever a máquina, escrever a mão, fechar a chave, porque são expressões adverbiais femininas que indicam instrumento ou meio.
f) A crase pode também resultar da contração da preposição a com os pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s) e aquilo:
Não irás àquela festa [a aquela]
Vou àquele cinema. [a aquele]
Não ligo àquilo. [a aquilo]
Refiro-me à que você namora. [aquele]
Àquela ordem estranha, o soldado estremeceu.
A capitania de Minas Gerais estava unida à de São Paulo.
Falarei às que quiserem me ouvir. [aquelas que]
Esta anedota é semelhante à que meu professor contou. [aquela que]
g) Ocorre crase diante da palavra distância quando esta vier determinada pelo artigo a:
Achava-se à distancia de cem (ou de alguns) metros.
No caso de indeterminação, isto é, ausência do artigo, não haverá crase:
O trem passava a pouca distância da casa.
É necessário vê-los a distância.
CASOS EM QUE NÃO SE HÁ CRASE
1) Antes de substantivos masculinos:
No caso de indeterminação, isto é, ausência do artigo, não haverá crase:
O trem passava a pouca distância da casa.
É necessário vê-los a distância.
CASOS EM QUE NÃO SE HÁ CRASE
1) Antes de substantivos masculinos:
Andou a cavalo.
2) Antes de verbos:
2) Antes de verbos:
A partir de amnhã, serei outra pessoa.
3) Antes de substantivos no plural estando o A no singular.
3) Antes de substantivos no plural estando o A no singular.
Referia-se a cidades pequenas.
4) Antes de pronomes pessoais:
4) Antes de pronomes pessoais:
Dirigiu a palavra a ela.
5) Antes de pronomes demonstrativos (este, esse e flexões)
5) Antes de pronomes demonstrativos (este, esse e flexões)
Não foi a esta festa.
Observação: Há, no entanto, pronomes que admitem o artigo, dando ensejo à crase:
Não fale nada às outras.
Assistimos sempre às mesmas cenas.
Diga à tal senhora que...
Não temo as acusações de Maria, às quais responderei oportunamente.
Estavam atentas umas às outras.
6) Antes de pronomes indefinidos:
Observação: Há, no entanto, pronomes que admitem o artigo, dando ensejo à crase:
Não fale nada às outras.
Assistimos sempre às mesmas cenas.
Diga à tal senhora que...
Não temo as acusações de Maria, às quais responderei oportunamente.
Estavam atentas umas às outras.
6) Antes de pronomes indefinidos:
Obedecia a todos.
7) Antes de pronomes de tratamento, interrogativos, *com exceção de senhora, senhorita.
7) Antes de pronomes de tratamento, interrogativos, *com exceção de senhora, senhorita.
Obedeci a Vossa Senhoria.
Falaste a que pessoa?
*Peço à senhora que tenha paciência.
8) Antes de artigo indefinido: Obedeci a uma velha senhora.
9) Antes dos pronomes relativos: Quem, Que, Cuja.
Falaste a que pessoa?
*Peço à senhora que tenha paciência.
8) Antes de artigo indefinido: Obedeci a uma velha senhora.
9) Antes dos pronomes relativos: Quem, Que, Cuja.
Referia-se a quem falava.
Ali havia uma árvore, a cuja sombra descansamos.
Esta é a vida a que aspiramos.
10) Antes da palavra casa (= a sua própria casa) ou quando não acompanhada de adjetivo ou locução adjetiva:
Ali havia uma árvore, a cuja sombra descansamos.
Esta é a vida a que aspiramos.
10) Antes da palavra casa (= a sua própria casa) ou quando não acompanhada de adjetivo ou locução adjetiva:
Chegou a casa.
*Voltou à casa paterna.
*Dirigi-me à casa de Pedro.
*Observação: Nestes casos você usa o acento indicador da crase.
A crase é de rigor com a dita palavra no sentido de estabelecimento comercial ou dinastia.
“O príncipe pertence à casa de Bragança”. (Vitório Bergo)
11) Antes da palavra (= terra firme), em oposição a Bordo:
*Voltou à casa paterna.
*Dirigi-me à casa de Pedro.
*Observação: Nestes casos você usa o acento indicador da crase.
A crase é de rigor com a dita palavra no sentido de estabelecimento comercial ou dinastia.
“O príncipe pertence à casa de Bragança”. (Vitório Bergo)
11) Antes da palavra (= terra firme), em oposição a Bordo:
Chegou a terra.
“Eu aposto em como ele não vai a terra.” (Ferreira de Castro)
12) Quando já houver outra preposição:
“Eu aposto em como ele não vai a terra.” (Ferreira de Castro)
12) Quando já houver outra preposição:
Viajou para a Itália.
13) Diante de substantivos femininos usados em sentido geral e indeterminado:
13) Diante de substantivos femininos usados em sentido geral e indeterminado:
Não vai a festas nem a reuniões.
Dedicas o trabalho a homem ou mulher?
A FUNAI decidiu fechar o parque indígena a visitas.
Não dê atenção a pessoas suspeitas.
“Tudo cheirava a velhice”. (Viriato Correia)
Dirigi-me a duas (ou a diversas) pessoas.
Contei o caso a uma (ou a certa) senhora supersticiosa.
14) Diante de nomes de parentescos, precedidos de pronomes possessivos:
Dedicas o trabalho a homem ou mulher?
A FUNAI decidiu fechar o parque indígena a visitas.
Não dê atenção a pessoas suspeitas.
“Tudo cheirava a velhice”. (Viriato Correia)
Dirigi-me a duas (ou a diversas) pessoas.
Contei o caso a uma (ou a certa) senhora supersticiosa.
14) Diante de nomes de parentescos, precedidos de pronomes possessivos:
Recorri a minha mãe.
Faremos uma visita a sua mãe.
“Arrependi-me de ter falado a minha prima.” (G. Ramos)
Observação: Haverá crase quando o nome próprio admitir ou vier acompanhado de adjetivo ou locução adjetiva:
Maria tinha devoção à Virgem.
Entreguei a carta à Júlia (no trato familiar e íntimo).
Referiu-se à Roma dos Césares.
15) Diante de numerais cardinais referentes a substantivos não determinados pelo artigo:
Chanceler inicia visita a oito países africanos.[Chanceler visita oito países africanos.]
“Então aquilo tinha acontecidode meia-noite a três horas?”
Observação: No caso de locuções adverbias que exprimem hora determinada e nos casos em que o numeral estiver precedido de artigo, acentua-se:
Chegamos às oito horas da noite.
Assisti às duas sessões de ontem.
Faremos uma visita a sua mãe.
“Arrependi-me de ter falado a minha prima.” (G. Ramos)
Observação: Haverá crase quando o nome próprio admitir ou vier acompanhado de adjetivo ou locução adjetiva:
Maria tinha devoção à Virgem.
Entreguei a carta à Júlia (no trato familiar e íntimo).
Referiu-se à Roma dos Césares.
15) Diante de numerais cardinais referentes a substantivos não determinados pelo artigo:
Chanceler inicia visita a oito países africanos.[Chanceler visita oito países africanos.]
“Então aquilo tinha acontecidode meia-noite a três horas?”
Observação: No caso de locuções adverbias que exprimem hora determinada e nos casos em que o numeral estiver precedido de artigo, acentua-se:
Chegamos às oito horas da noite.
Assisti às duas sessões de ontem.
(Fonte: www.passei web.com)
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